
Mulher, menina!
Menina, mulher!
Olhar de que fascina e
um sorriso que diz o que quer!
Transparente, como somente a tua alma,
oh, menina mulher!
Mulher, menina!
Que a todos conquistam!
Sem muito esforço, a ti se dedicam.
Dominados por seu charme, que nunca termina!
Menina, mulher!
Quem eu quis conhecer,
Sem certeza, de quem era,
sem ao menos um porque!
Talvez um dia, em um futuro a ser escrito.
Verás-me com os meus olhos, estes que a fitam.
Fitam tua beleza, tua certeza, o meu próprio conflito!
Tua desejada presença, tua permanente sensibilidade.
Qualidades que poucos possuem, durante toda eternidade.
Como podes me ver,
se sou um mero mortal?
Diante de teu brilho,
o meu, é apenas inexistêncial!
Luiz Miguel de Araújo